UTI Humanizada: Como o afeto e a tecnologia garantem um ambiente de vida e cura
Com apoio do Hospital IGESP Litoral, o Dr. Dante Senra desmistifica medos sobre a Terapia Intensiva e destaca o cuidado multidisciplinar.
A menção à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ainda desperta temor em muitas famílias, mas essa percepção precisa ser ressignificada. No quadro Jogo Aberto, o Dr. Dante Senra, cardiologista, intensivista do IGESP Paulista e supervisor de residência médica, explicou que a UTI é, acima de tudo, um ambiente de vida, projetado para restabelecer a saúde de pacientes recuperáveis.
O especialista destacou que a tecnologia moderna — como exames à beira do leito e monitoramento contínuo — só atinge seu propósito pleno quando associada à humanização. Estruturas com leitos individuais, janelas para luz natural e a presença constante da família no acompanhamento diário são fundamentais para reduzir a ansiedade do paciente.
“Humanizar não é uma técnica fria, mas recuperar a empatia e a preocupação genuína com as necessidades do paciente. A UTI é um local de vida e de acolhimento familiar.” — Dr. Dante Senra
Equipe multidisciplinar e fisioterapia respiratória
Dr. Dante enfatizou também o papel crucial da equipe multidisciplinar, composta por enfermeiros, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas. A fisioterapia respiratória, em especial, foi apontada como peça-chave no sucesso do tratamento intensivo, garantindo a recuperação pulmonar segura dos pacientes.
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