Conscientização como estratégia de prevenção e cuidado.
Falar sobre doenças crônicas autoimunes e neurodegenerativas amplia o acesso à informação confiável e reduz o estigma. A conscientização fortalece pacientes, familiares e profissionais de saúde, além de incentivar a busca por avaliação médica diante de sinais persistentes.
Lúpus: quando o sistema imunológico ataca o próprio corpo.
O lúpus é uma doença autoimune sistêmica em que o sistema imunológico passa a atacar tecidos saudáveis, podendo afetar pele, articulações, rins e outros órgãos. Trata-se de uma condição complexa, com manifestações variadas.
O que a ciência sabe hoje sobre o lúpus.
Pesquisas recentes reforçam que fatores genéticos, hormonais e ambientais contribuem para o desenvolvimento da doença. Estudos científicos também investigam a relação entre o vírus Epstein-Barr (EBV) e mecanismos que podem desencadear respostas autoimunes.
A importância do acompanhamento contínuo.
Embora não tenha cura, o lúpus pode ser controlado com acompanhamento médico regular, adesão ao tratamento e monitoramento de exames. O cuidado contínuo reduz complicações e melhora a qualidade de vida.
Fibromialgia: a dor que não aparece nos exames.
A fibromialgia é caracterizada por dor musculoesquelética difusa, fadiga intensa e alterações no sono. Muitas vezes, não apresenta alterações em exames convencionais, o que pode atrasar o diagnóstico.
Dados atuais sobre a fibromialgia no Brasil.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, cerca de 3% da população brasileira convive com fibromialgia, sendo que 80% a 90% dos casos ocorrem em mulheres. Esses dados reforçam que se trata de uma condição real e frequente.
Acolhimento e cuidado multidisciplinar.
O tratamento envolve abordagem multidisciplinar, com acompanhamento clínico, orientação sobre atividade física, qualidade do sono e suporte emocional. Escutar o paciente é parte essencial do cuidado.
Alzheimer: sinais que começam antes dos esquecimentos!
O Alzheimer é a forma mais comum de demência e pode iniciar com alterações sutis que vão além da memória, como dificuldade de planejamento, mudanças comportamentais e perda de iniciativa.
O que dizem os dados globais.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Alzheimer representa entre 60% e 70% dos casos de demência no mundo. O envelhecimento populacional torna o tema ainda mais relevante para a saúde pública.
Diagnóstico precoce e preservação da autonomia.
O diagnóstico precoce não interrompe a progressão da doença, mas permite intervenções que ajudam a preservar autonomia e qualidade de vida por mais tempo.
Fevereiro Roxo como convite à informação responsável!
O Fevereiro Roxo reforça que viver com uma doença crônica exige mais do que tratamento: exige informação, acompanhamento e cuidado contínuo. Ao ampliar o conhecimento sobre lúpus, fibromialgia e Alzheimer, fortalecemos a prevenção e o acolhimento.
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