A saúde auditiva costuma ser associada apenas à capacidade de ouvir sons com clareza. No entanto, ouvir é um processo que envolve diretamente o cérebro. Cada palavra, ruído ou conversa exige interpretação, organização e processamento cognitivo.
Por que a saúde auditiva vai além da escuta?
Ouvir não é apenas captar sons. É permitir que o cérebro receba informações e as transforme em significado. Esse processo envolve memória, atenção, linguagem e velocidade de raciocínio.
O cérebro trabalha para interpretar sons.
Quando a audição está preservada, o cérebro executa esse trabalho de forma eficiente. A comunicação flui, a compreensão acontece com naturalidade e o esforço mental é equilibrado.
Quando o esforço se torna sobrecarga.
Na presença de perda auditiva não tratada, o cérebro precisa trabalhar mais para preencher lacunas sonoras. Esse esforço contínuo pode gerar sobrecarga cognitiva, impactando a memória recente, a atenção sustentada e a capacidade de processamento das informações.
Perda auditiva e impacto cognitivo: o que dizem os estudos?
Pesquisas internacionais apontam associação entre perda auditiva não tratada e maior risco de declínio cognitivo. A privação auditiva pode reduzir estímulos cerebrais, afetando áreas responsáveis por funções cognitivas importantes.
Relação entre audição, memória e atenção.
Estudos indicam que pessoas com perda auditiva tendem a apresentar maior dificuldade em tarefas que exigem concentração e memória de curto prazo. Isso ocorre porque parte da energia mental é direcionada para tentar compreender sons incompletos.
Risco aumentado de declínio cognitivo.
A Organização Mundial da Saúde destaca a perda auditiva como um dos fatores potencialmente modificáveis relacionados ao risco de demência. A identificação precoce e o tratamento adequado podem contribuir para reduzir impactos ao longo do tempo.
Prevenção auditiva ao longo da vida.
Cuidar da audição não é uma medida restrita à terceira idade. A exposição prolongada a ruídos intensos, o uso inadequado de fones de ouvido e infecções não tratadas também podem comprometer a saúde auditiva em diferentes fases da vida.
Sinais que merecem atenção.
Dificuldade para acompanhar conversas, necessidade frequente de aumentar o volume da televisão e sensação de zumbido são sinais que merecem avaliação profissional.
A importância da avaliação precoce.
A realização de exames auditivos periódicos permite diagnóstico precoce e definição de condutas adequadas, preservando a função cognitiva e a qualidade de vida.
Escutar melhor é viver com mais autonomia!
Cuidar da saúde auditiva é investir na preservação da memória, da atenção e da autonomia. Ao longo da vida, pequenas atitudes preventivas fazem diferença significativa no bem-estar e na independência.
A prevenção também passa por escutar melhor.
Clique aqui e conheça os planos do Trasmontano Saúde e viva com mais segurança, todos os dias.
Confira mais artigos sobre saúde e bem-estar. Siga o Tras nas redes sociais.



